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A habilidade de conhecer as próprias emoções e saber lidar com elas é o que a psicologia chama de “inteligência emocional”. Informações simples de como lidar com as próprias emoções, como elas funcionam e como podem ser modificadas devem ser ensinadas às crianças para, assim, reduzir conflitos tanto em sua vida pessoal, como no ambiente escolar. E a aprendizagem socioemocional cabe também à escola. É o que defende Farvardin Daliri, doutor em Educação na James Cook University, da Austrália, e especialista em inteligência emocional, autoconhecimento e meditação.

Em entrevista exclusiva ao blog Escolas Exponenciais durante sua passagem no Brasil, Daliri diz que é mais sábio educar as crianças sobre ter conhecimento das emoções, saber acalmar-se, saber como se divertir e como lidar com os traumas do que esperar que elas briguem, se machuquem e se tornem problemas para os professores. “Os professores tentam não lidar com esses assuntos, mas eles estão afetando as escolas”, afirma.

Daliri acredita também que a arte de ter prazer com as pequenas coisas da vida precisam ser exploradas e estudadas pelas crianças. Para ele, as habilidades de compreender emoções como a ansiedade e depressão, por exemplo, podem ser até mais importantes do que saber ler e escrever nos dias atuais. “Qualquer um que consegue compreender o que está dentro de si, é capaz de se relacionar com o mundo afora de uma maneira mais positiva e construtiva”, defende.

Acompanhe a entrevista:

 

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