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Distanciamento de um metro, álcool em gel, utilização de máscara, aferição de temperatura e até mesmo escalonamento dos horários, são as principais medidas sanitárias adotadas amplamente pelas escolas, conforme diretrizes do próprio governo. Porém, algumas instituições de ensino resolveram inovar e ampliar os protocolos.

Esse é o caso da NEI (Núcleo de Educação Integrada) Fundação Romi, de Santa Bárbara d´Oeste. A escola realizou uma pesquisa com as famílias para saber a quantidade de pessoas vacinadas, com uma ou duas doses, na comunidade escolar.

A iniciativa surgiu devido à retomada de 100% das atividades previstas na escola. “Pensando na segurança e tranquilidade de toda a Comunidade NEI, gostaríamos de saber as informações que constam na pesquisa”, trouxe o comunicado enviado para as famílias. De acordo com a instituição, todos os colaboradores estão vacinados ao menos com uma dose da vacina, sendo que a imunização de todos os funcionários estará completa até setembro.

A rede Maple Bear, no estado de São Paulo, que segue um protocolo elaborado com a partir da consultoria da Sociedade Brasileira de Infectologia, também aposta em medidas sanitárias diferenciadas, além de manter as regras mais tradicionais. 

“A rede estipulou também que professores e funcionários tenham uma roupa para uso na escola. Já os jovens têm um kit individual de brinquedos, materiais de estudo, de higiene e alimentação a fim de evitar trocas”, traz a nota.

Outro diferencial é a priorização do uso de álcool em espuma ou em gel em vez dos borrifadores de álcool líquido, pois algumas crianças se assustavam com o spray.

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