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No momento que as universidades públicas estão se preparando para o retorno às aulas, o avanço da variante ômicron gera uma dúvida: as atividades devem ser presenciais? Vão seguir de forma remota? Ou o ideal é adotar a forma mista?

A Universidade de Brasília (UnB) iniciou o 2° semestre de 2021 na última segunda-feira, com apenas 15% de participação presencial de professores e estudantes. Apenas as turmas de cursos que precisam desenvolver atividades práticas ou que planejaram atividades avaliativas em salas de aula voltaram aos campi.

Já a Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) disse, por meio de nota, que orientou as unidades a retornarem ao formato remoto e permanecer nesta modalidade até o dia 31. O comprovante do esquema vacinal contra a covid-19 já é exigido para alunos, professores, técnicos-administrativos e terceirizados.

A maior universidade pública do país, em número de alunos matriculados, a Universidade de São Paulo (USP) vai começar as aulas presenciais em 14 de março. Segundo a assessoria da instituição, os critérios para entrar no campus serão o uso obrigatório de máscaras e a comprovação de vacinação completa contra a covid-19.

Os estudantes da Universidade Federal do Pará (UFPA) começaram o ano letivo de forma presencial em 3 de janeiro. A instituição adotou o passaporte vacinal como critério para a frequência presencial. Mas, os dados da pandemia continuam sendo monitorados, como explica a pró-reitora de graduação da UFPA, Marília Ferreira.

Na Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), o Comitê de Enfrentamento à covid-19 também está monitorando os dados e indicadores da pandemia e da influenza A. Neste início de ano, a instituição oferece cursos em três formatos.

E o aumento de casos de contaminação pela variante ômicron provocou o adiamento, para 7 de fevereiro, do retorno presencial dos estudantes na Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS).

O Ministério da Educação informa, por meio de nota, que já se pronunciou em favor da retomada às aulas presenciais e que disponibilizou protocolos de biossegurança para retorno às atividades. A pasta ressalta que a Constituição dá autonomia às instituições federais para decidir, conforme o contexto de cada uma.

Fonte: Rádio Agência Nacional

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